Perguntaram a um professor de teologia na Alemanha: “Jesus alguma vez sorriu?”, e ele respondeu: “Se ele sorriu não sei, mas sei que mudou a minha vida e, hoje, eu posso sorrir”.

Imagine a vida sem o barulho irresponsavelmente maravilhoso de uma gargalhada. Imagine o desenrolar humano sem a magia de uma tarde a sorrir. Sem a correria tresloucada das crianças, invadindo o “espaço sagrado” da sala onde os adultos conversam as mesmas chatices de sempre.
Ainda bem que podemos sorrir. Não somos escravos de uma existência cinza. Quem não gosta de uma história engraçada? Que atire a primeira pedra quem nunca tirou um sarro de alguém. Você já riu de si mesmo após uma queda? Já rolou de rir? Quero convidar a todos a não deixa as situações, do dia a dia, tão sisudas!!!

Esse texto pretende provocar sorrisos. Quer colocar a raiva no colo e espancá-la! Quer se divertir com o dileto leitor. Que você leia sem expectativas extremas, apenas como quem lê uma história engraçada ao lado de uma criança. Já fez isso? Esse texto não é um tratado teológico (Deus me livre!), é uma travessura de um coração inquieto. Não quero meu nome como sinônimo de cansaço, mas como símbolo de sorrisos. Como disse um amigo: “Eu sei que não sou imortal, mas faço o possível para ser inesquecível”. A melhor maneira para ser inesquecível é gerar a alegria genuína em cada encontro. 

Até Mais, 

Fonte e inspiração: Meu Amigo Allan Brizotti